Francisco Celso Calmon
A história registra greves que foram reprimidas a tiros. No Direito Público brasileiro, a abordagem à greve variou entre considerá-la um crime e um direito. O Código Penal de 1890 ordenava a pena de prisão de um a três meses para quem "causar ou provocar a cessação do trabalho..." (art. 206). O Código Penal de 1940 continuou considerando a greve como um crime, arts. 200 e 201.
A greve geral que parou e atemorizou São Paulo em julho 1917 eclodiu na vigência do conceito de que "questão social era caso de polícia", e nela houve a baixa do jovem sapateiro assassinado com um tiro. Vários fatos da história das greves e sua repressão policial poderiam ser citados, mas o propósito deste artigo não é este e sim o de suscitar outra relação em comum.
Velhas manias
O companheiro de blog, Francisco Celso, escreveu um artigo, que foi pautado para sair em A Gazeta do dia 16/ 8.
Mas como diz o velho ditado “o uso do cachimbo põe a boca torta”.
Resolveram censurar não publicando o artigo.
De tanto atender os os “poderosos” ficou com mania de censurar
, esqueceu que vivemos outros tempos.
Abaixo o artigo citado.
Anistia e tortura
Mas como diz o velho ditado “o uso do cachimbo põe a boca torta”.
Resolveram censurar não publicando o artigo.
De tanto atender os os “poderosos” ficou com mania de censurar
, esqueceu que vivemos outros tempos.
Abaixo o artigo citado.
Anistia e tortura
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ChicoCelso
Óculos do preconceito
“Link para o vídeo AFRICANOS ALBINOS”
Preconceito é uma postura de alienação a tudo que se desvia dos padrões de uma sociedade, é um juízo pré-concebido revelado numa atitude de discriminação a pessoas, lugares ou tradições, por entender como diferentes ou estranhos. É uma concepção inconsistente pois anterior ao conhecimento. É uma visão através de lentes que deformam. Geralmente parte de uma generalização simplista, denominada estereótipo.
Ex:"nordestino é cabeça-chata; "paulista é prepotente", "índio é indolente", etc.
Preconceito é uma postura de alienação a tudo que se desvia dos padrões de uma sociedade, é um juízo pré-concebido revelado numa atitude de discriminação a pessoas, lugares ou tradições, por entender como diferentes ou estranhos. É uma concepção inconsistente pois anterior ao conhecimento. É uma visão através de lentes que deformam. Geralmente parte de uma generalização simplista, denominada estereótipo.
Ex:"nordestino é cabeça-chata; "paulista é prepotente", "índio é indolente", etc.
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ChicoCelso
Ping pong
sexta-feira, 27/07/2010
Ping - O companheiro Perly, que finalmente voltou, em entrevista publicada em 26 de junho, faz o seguinte comentário quanto ao vice de Casagrande: "Quando o Ferraço deixa de ser candidato e Casagrande assume, para alguns partidos, o processo teria que ser zerado novamente. Alguns partidos defendem que deveria uma nova discussão, inclusive também em torno da candidatura ao Senado. Com relação ao Senado, a discussão também não foi fácil, só mais recentemente que as coisas foram pacificadas. O PT pleiteia a vice, porém nos não podemos desqualificar em hipótese alguma a demanda de Vidigal. Neste momento, também estão pessoas buscando seus espaços e mostrando suas forças, sua capacidade de diálogo e de articulação.
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pingpong
Argentina condena militares pela primeira vez após anulação de leis do perdão
Buenos Aires, 18 dez (EFE).- A justiça argentina decretou hoje penas de 20 a 25 anos de prisão contra sete ex-comandantes do Exército e um ex-policial na primeira condenação a militares por casos de repressão durante a ditadura desde a anulação das "leis do perdão", em 2003.
As penas foram estabelecidas de acordo com as responsabilidades dos réus no seqüestro e no desaparecimento de guerrilheiros.
O ex-chefe do Exército Cristino Nicolaides e os ex-oficiais Jorge Luis Arias Duval e Santiago Hoya receberam penas de 25 anos de prisão.
As penas foram estabelecidas de acordo com as responsabilidades dos réus no seqüestro e no desaparecimento de guerrilheiros.
O ex-chefe do Exército Cristino Nicolaides e os ex-oficiais Jorge Luis Arias Duval e Santiago Hoya receberam penas de 25 anos de prisão.
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Notícias
CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL DA DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO, GUILHERME LACERDA, ESCREVEU PARA O GLOBO
Os executivos e as eleições
Publicada em 10/06/2010 às 16h01mGUILHERME LACERDA
Recente enquete realizada com executivos de grandes empresas brasileiras indicou maior simpatia pelo candidato de oposição, apesar de grande aprovação ao governo Lula. Por que será que esse grupo tem tal postura?
O aspecto central das manifestações diz respeito ao papel do Estado e à necessidade de aprofundar os cortes de gastos públicos. Não há novidades. Desde os primórdios de nosso processo de urbanização e industrialização as elites e os "bem nascidos" gritavam pelo orçamento equilibrado, e nada os fez mudar, mesmo diante das sucessivas revelações sobre o papel ativo de um Estado regulador para se ter uma verdadeira nação. Foi assim na crise de 29 e foi assim agora, novamente.
No direito privado, que regula o jogo do mercado, "tudo é permitido desde que não seja estritamente proibido". Já no direito público, que define as diretrizes e normas da gestão burocrática, "só pode ser feito o que estiver explicitamente definido como tal" e sempre há divergências quanto às interpretações ao que pode e o que não pode ser feito. Aqui, repousa uma diferença profunda que muda a dinâmica de um e de outro, sempre desconsiderada.
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Guilherme
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