MST: o petróleo é do Brasil

“Estamos essa campanha há algum tempo, buscando a unidade em defesa do pré-sal. Esta é uma bandeira cívica e se é cívica, cabe diversos setores. Cabem nacionalistas, comunistas e até setores militares. Precisamos saber unificá-los”, disse Jota Alves, da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).

Para ele, “a discussão agora dos royalties é um boi de piranha para não discutirmos a soberania sobre o petróleo. Precisamos saber que tipo de luta estamos fazendo. O nosso campo de batalha é nas ruas. Não podemos abandonar o Congresso, mas não é a nossa luta central. São Paulo tem a tarefa de fazer um debate justo de que o petróleo é do Brasil”.

MTST

“A nossa luta não é só por moradia, mas também por alimentação, saúde e educação. Com o pré-sal nós podemos conseguir tudo isso. O pré-sal não pode ser apenas para alguns, mas para todo o povo brasileiro. Não podemos abaixar a cabeça e sim defender o que é nosso. Nesta luta, se precisarem, ‘é nós’”, afirmou a jovem Danieli Camargo, integrante do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), arrancando aplausos do plenário no ato "O pré-sal é nosso! Leilão é privatização" na Assembleia Legislativa de São Paulo.

PAC 2 é “herança bendita” para sucessor, diz Dilma

 aaaaaaaaaadilma Pré-candidata do PT na corrida presidencial, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou nesta segunda-feira que a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), que contempla o conjunto de obras prioritárias em infraestrutura para o período a partir de 2011, será uma “herança bendita” para o futuro governo.

“O PAC 2 é um herança bendita que nós vamos deixar para quem venha a suceder nosso governo”, disse a ministra. “O PAC não é uma cifra, uma sigla e tampouco um canteiro de obras. Ele é uma realização humana e a transformação do dinheiro público (…) em qualidade de vida e desenvolvimento para a população brasileira. É uma parceria para (…) gerar felicidade para as pessoas. O PAC vale a pena”.

“Como já virou praxe no governo Lula, se ficamos felizes com êxitos no presente, preferimos celebrar os avanços e todas as perspectivas que o futuro nos coloca. Vamos celebrar os resultados do PAC lançando o PAC 2″, disse a ministra, que foi privilegiada no lançamento do PAC 2 por outros 30 ministros de Estado, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice-presidente José Alencar.

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira, a previsão de investimento de R$ 1,59 trilhão no âmbito da segunda rodada do PAC. A perspectiva de aplicação dos recursos envolve governos futuros – cujos gestores ainda passarão pelo crivo das urnas – e estima destinação de R$ 958,9 bilhões no período de 2011 a 2014 e outros R$ 631,6 bilhões a partir de 2014.

O anúncio faz parte do último evento público de Dilma em Brasília antes de deixar o governo, no dia 31 de março, para se dedicar à campanha eleitoral.

“O maior motivo para celebrar o PAC é o fato de ele ter ajudado a recuperar a capacidade do Estado brasileiro de planejar e investir. O PAC firmou a mais sólida parceria do setor público com setor privado e revigorou o pacto federativo”, disse a ministra. No PAC 1, que completou três anos em janeiro, as ações concluídas totalizam apenas 40,3% do total de obras.

“Gostaria de me dirigir a vocês dizendo que hoje temos muitos motivos para celebrar da maneira que o governo Lula se acostumou a fazer: anunciando mais trabalho”, disse a pré-candidata, ressaltando que em três anos as obras de infraestrutura ampliaram o investimento público, ampliaram o volume de financiamentos via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de ter contribuído para o crescimento na geração de empregos.

“Ele mudou a forma de governar o Brasil, colocando o investimento na ordem do dia. O PAC 2 incorpora, complementa e faz avançar o PAC 1. Define uma série de ações que serão incluídas no orçamento de 2011. Esse dinheiro é um dinheiro que será transformado em qualidade de vida e em um futuro melhor para brasileiros e brasileiras. O PAC 2 amplia metas, revigora os compromissos desse governo com o desenvolvimento do País”, afirmou, classificando o presidente Lula como um político que “enxerga o País muito além do seu governo e se preocupa sinceramente com o destino das futuras gerações”.

Pelas perspectivas no cenário macroeconômico divulgadas no lançamento do PAC 2, o governo anunciou estimativa de que o crescimento médio da economia brasileira no período de 2011 a 2014 será de 5,5%. No cenário de perspectivas governistas, o superávit primário médio entre 2011 e 2014 deverá ficar na casa dos 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

No patamar de 42,9% do PIB, a dívida líquida do setor público terá trajetória de queda, de acordo com a perspectiva da equipe econômica, atingindo, ao final de 2014, 28,7% do conjunto de todas as riquezas do País.

Governos anteriores

Dilma disse que, no Brasil, existiram três modelos de Estado. O primeiro, na década de 50, era o Estado produtor, que atuava diretamente na economia e às vezes era autoritário. O segundo “foi o Estado mínimo do neoliberalismo que nos antecedeu”. O “Estado do não”, enfatizou. “Não havia Planejamento estratégico, não havia crescimento de investimento público e não havia parceria com a iniciativa privada”. “Foi um Estado omisso”, acrescentou.

O terceiro modelo do Estado brasileiro, segundo a ministra, foi implantado durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva. “É o do Estado indutor, regulador, que cria condições para que os investimentos sejam feitos e cobra”. Segundo a ministra, esse modelo respeita a iniciativa privada, não abre mão do desenvolvimento, mas garante a estabilidade macroeconômica. A regra central, segundo a ministra, é que o desenvolvimento ocorra com distribuição de renda. “Três expressões renasceram no governo Lula: planejamento, investimento e desenvolvimento com inclusão social. Deixamos para trás décadas de improvisação”.

A ministra encerrou seu discurso com a voz embargada. Ao se referir ao novo papel do Estado que, segundo ela, foi definido no governo Lula, e às perspectivas de crescimento do País com o PAC 2, Dilma, dirigindo-se ao presidente, disse que “este é o Brasil que o senhor, presidente Lula, recuperou e construiu para todos nós e que os brasileiros não deixarão mais escapar e que eu espero vai continuar crescendo com o PAC 2″.

A exposição de Dilma sobre o PAC, a última como ministra da Casa Civil, teve um caráter mais político do que técnico. Diferentemente das apresentações anteriores Dilma não se prendeu aos números e às tabelas exibidas para a plateia. Em vez disso preferiu uma abordagem mais qualitativa sobre o impacto das obras e o motivo de cada investimento. Ao falar sobre novos investimentos de geração de energia elétrica, por exemplo, Dilma não listou quais usinas serão construídas e quantos megawatts serão produzidos. Em vez disso, preferiu garantir mais uma vez que não faltará energia ao País e que a expansão da geração se dará por meio de fontes menos poluentes, como usinas hidrelétricas e de biomassas.

 

Fonte: o outroladodanoticia

Proposta de Tática Eleitoral

Proposta de Tática Eleitoral à luz da Política de Alianças consagrada pelo 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores.

1- Os Estatutos do PT estabelecem “a supremacia dos interesses partidários sobre os interesses particulares, de tendências partidárias, de correntes ou grupos internos”.

“Devemos envidar todos os esforços no sentido de buscarmos candidaturas unitárias aos governos estaduais. Onde isso se revelar politicamente impossível, devemos construir um acordo de procedimentos durante a campanha, que permita a existência de dois palanques para a candidatura presidencial” (Item 11 da Resolução do 4º Congresso)

Em observância a esse item propomos que não se feche questão até que os cenários estejam definidos e o acordo de procedimentos construído.

2- “É necessário, também, construir uma ampla base de alianças para propiciar a reeleição de nosso projeto político e a consolidação da coalizão que sustenta o governo. O PT Nacional também deve priorizar a reeleição de nossos projetos nos estados que governamos e ampliar o número de estados que o PT governa. Outra meta fundamental é ampliar nossas bancadas na Câmara, assembléias legislativas e no Senado, objetivo essencial para a agenda de mudança que queremos para o Brasil. (Resolução DN Dez.2009)”.

Nesse sentido devemos aprofundar a construção da indicação de candidaturas próprias ou apoios de dois candidatos ao Senado. Para isso, essa construção deverá ser finalizada até a primeira semana de maio do presente ano.

3- O PT-ES tomará a iniciativa de discutir e propor a todos os partidos da base aliada uma coligação proporcional que lhe assegure a manutenção e ampliação da sua representação parlamentar, tendo por respaldo a popularidade e aceitação do governo Lula e a representatividade do PT. Sendo certo que o PMDB é o partido que não nos possibilita esse objetivo.

4- “Para que tenhamos sucesso na tarefa de transformar as eleições em uma disputa de projetos antagônicos é importante constituir a mais ampla frente de partidos, entre os que apóiam o governo Lula”. (Item ’10 da Resolução do 4º Congresso).

O PT-ES apresentará aos partidos aliados uma proposta para a construção de um programa de governo, em sintonia com o da candidata Dilma, a fim de alcançar essa DELIBERAÇÃO, ou seja: de um lado, a herança maldita do governo FHC e sua volta com o candidato Serra, de outro, a continuidade criativa do governo Lula com Dilma presidenta.

5- O PT, mesmo participando de um governo de outro partido, não pode perder a sua identidade, o seu protagonismo político,deixando de apresentar proposições referentes aos seus compromissos programáticos e estratégicos oficiais, tais como a ampliação da democracia participativa, como a eleição de diretores de escola, como a permanente e intransigente defesa dos direitos humanos, impedindo qualquer tentativa de criminalização dos movimentos sociais, garantindo desta forma a alma da democracia petista, que estamos a construir no Brasil.

Erro grave de governadores prejudica o RJ, o ES e o Brasil

Quando o Presidente Lula enviou os quatro projetos de mudança do marco regulatório do petróleo, ele pretendia corrigir um erro crasso do Governo FHC: a Lei 9478/97, cujo artigo 26 estabelece que, através do contrato de concessão, 100% do petróleo seria de quem o produzisse. Dizia mais: o dono do petróleo  teria que dar, no máximo, 40% do lucro líquido para a União Federal,ou seja,  25% da produção total, em dinheiro. No mundo, os países exportadores ficam com a média de 84% da receita de produção.

Ora, o petróleo é hoje o bem mais estratégico do planeta. Entregar esse poder enorme para empresas estrangeiras, em detrimento do povo brasileiro, foi mais um crime de lesa-pátria do Governo FHC, que exige correção.

A proposta do Governo Lula deixava a discussão dos royalties para um segundo tempo. E era o correto. Afinal se estava sendo tentada a recuperação da maior parcela possível da propriedade do nosso petróleo. Os royalties, eram somente de 5% a 10%.

Numa segunda discussão, o Rio poderia colocar na mesa, como um grande trunfo, o fato de lhe ter sido tirado, na Constituição de 88, o direito de ficar com o ICMS da produção, distorção que representa perdas de cerca de R$ 8 bi por ano, conforme cálculos do secretário Julio Bueno. Era um trunfo extraordinário que permitiria ao Rio, fazendo justiça aos demais estados, não ser prejudicado. E ainda teria a chance de reivindicar o ICMS, que lhe havia sido tomado. 

Ocorre que os Governadores Sergio Cabral e Paulo Hartung, deliberadamente, desviaram a discussão do tema principal. A intenção deles ficou clara quando dois secretários de Cabral (Julio Bueno e Joaquim Levi), o presidente da Cedae, Wagner Victer, alem do Senador Francisco Dornelles, defenderam publicamente a continuidade da Lei 9478/97, de FHC, a antinacional. Essas pessoas não iriam ter essa postura sem o aval do Governo que representam. A luta pelos royalties não pode passar pela concessão a empresas estrangeiras.

Nessa postura desastrosa, os governadores reivindicavam os mesmos percentuais no pré-sal que seus estados vinham recebendo. Ou seja, mais de 50% dos royalties e Participação Especial. Com ela criariam um ABU-DHABI no Rio e deixariam o resto do País a ver navios (e plataformas). Eles chegaram a dizer que não tinha sentido o Piauí e outros estados do nordeste receberem royalties. Esqueceram que, se esses estados continuarem pobres, exportarão esses pobres para o Rio e S. Paulo para povoar as favelas.

Num encontro da bancada do Rio de Janeiro, no Clube de Engenharia, todos os discursos eram que os royalties do pré-sal deveriam ter o mesmo percentual das reservas atuais para o Rio. Na época, ponderamos que o pré-sal era uma riqueza superior a R$10 trilhões, pois tem reserva de petróleo oito vezes maior que a atual, e não seria defensável o Rio querer tudo para si, junto com S.Paulo e Espírito Santo. Essa postura poderia gerar uma reação nacional contra o Rio. Infelizmente, eu estava certo: a emenda do deputado Ibsen Pinheiro foi um movimento dos outros estados contra a arrogância dos dois governadores. Mas, na ânsia de os calar e beneficiar os demais estados, os deputados não analisaram com o devido cuidado o efeito tão maléfico da emenda aos dois estados. Outro fato, ainda mais grave, ocorreu na tramitação dos projetos: uma emenda  desastrosa que o Deputado Henrique Alves introduziu no projeto do Governo. É o § 2° do artigo 42: ele estabelece que o consórcio receba de volta, em petróleo, o valor que vier a pagar pelos royalties. Ou seja, além de não pagar esse imposto, o consórcio ainda recebe de volta um bem altamente estratégico. Não existe esse absurdo em nenhum lugar do mundo.

Temos aí duas lesões graves ao povo brasileiro: 1) o consórcio não paga os royalties, que é um imposto. Quem paga é a União, que deixa de ficar com esses 15%; 2) Esse reembolso em petróleo, o bem mais estratégico do planeta, representa abrir mão de um enorme poder de negociação geopolítica do Brasil.

Estamos no limiar do pico de produção mundial e os paises do primeiro mundo estão numa grande insegurança energética. EUA, Europa, Ásia e as empresas que formam o cartel internacional do petróleo não têm reservas, logo, precisam desesperadamente do petróleo. E quem o tiver terá cada vez maior poder e, com ele, obterá inúmeras vantagens de negociação. Como pode o Brasil abrir mão desse poder, sem qualquer retorno? O pré-sal pode transformar o Brasil num país rico e respeitado, desde que sabendo exercer a sua soberania com dignidade.

Os Governadores Cabral e Hartung, com sua ação equivocada, criaram um grande problema para seus estados e para o Governo Lula. Se houver veto à emenda, serão contrariados os interesses de 24 estados brasileiros, que irão derrubar o veto. Seria um desgaste gigantesco do Governo em pleno ano eleitoral.

O que podemos fazer? Temos que tirar proveito desta situação inusitada. Se a Câmara admitiu mexer nos contratos e penalizou o Rio e o Espírito Santo, sob o argumento de fazer justiça aos demais estados, muito mais licito é rever as concessões já efetivadas para explorar os 28% de blocos do pré-sal, já licitados. Essas concessões dão vantagens absurdas às multinacionais. E isto  faria justiça a todo o povo brasileiro.

Há suportes jurídicos para tal. Exemplo: 1) se as condições contratuais mudaram - a lei vigente previa altos riscos e pesados investimentos, com baixo retorno - o pré-sal não tem riscos e tem altíssimo retorno. Não se aplica a Lei feita em outras condições, logo é licito mudarem-se os contratos já assinados; 2) a Constituição prevê que o direito coletivo prevalece sobre o individual (no caso as contratantes estrangeiras). Portanto, propomos:

- O fim dos leilões por serem injustificáveis;
- O cancelamento da emenda absurda do relator Henrique Alves que prevê o ressarcimento, em petróleo, dos Royalties pagos pelo consórcio produtor.
- Revisão da emenda Ibsen Pinheiro, mantendo o ganho dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, sem deixar de contemplar os demais estados e municípios da Federação. O pré-sal dá para todos.  

VAMOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.
Fernando Leite Siqueira 
Presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás-AEPET

Moção do PTGuarapari ao encontro estadual

Dia 27 deste, teremos o Encontro de Definição de Tática Eleitoral.
Com a declaração de permanência no cargo, o governador põe abaixo toda articulação da CEE para as eleições estaduais em 2010.
Cabe agora aos companheiros deste encontro corrigir os nossos caminhos.
Diante do quadro o PTGuarapari faz um apêlo aos militantes e especialmente aos delegados com a seguinte moçao
:


"Queremos, por isso mesmo, um partido amplo e aberto a todos aqueles comprometidos com a causa dos trabalhadores e com o seu programa. Em conseqüência, queremos construir uma estrutura interna democrática, apoiada em decisões coletivas e cuja direção e programa sejam decididos em suas bases." (Texto extraído do manifesto aprovado pelo Movimento Pró-PT em 10 de fevereiro de 1980, no Colégio Sion (SP), e publicado no Diário Oficial da União de 21 de outubro de 1980.)


Quando em setembro de 2009 houve por parte da direção estadual do PT a decisão autocrática, impondo ao conjunto do partido decisões que desrespeitavam cláusulas estatutárias e às orientações aprovadas pelo Diretório Nacional, fomos   o único Diretório a demonstrar  formalmente nossa preocupação, não só com o equivoco tático, mas também com a pratica política estabelecida dentro do partido.


As últimas declarações do governador fizeram cair por terra a premissa que norteou a geopolítica de gabinete que o Partido dos Trabalhadores tanto condenou e acabou deixando-se levar dentro da lógica perversa de que “o fim justifica os meios”.


A declaração do governador de que apoiaria uma candidatura do PDT ao governo do estado  - sem precisar  a data (precisava?), mostra muito bem a fragilidade das alianças pessoais que foram construídas. Em especial aquelas que dividem para imperar e desgastar a unidade do PT. Quem nunca gostou do PT não vai fazê-lo agora no ocaso de um governo.


Nossos estrategistas conseguiram transformar um partido que foi o grande vitorioso nas eleições de 2008, elegendo os prefeitos de 4 das 6 principais cidades capixaba (Vitória, Cariacica, Cachoeiro e Colatina),  um partido que  sempre foi protagonista, em um coadjuvante nas eleições de 2010.

É lamentável ver que, usando pretexto da eleição da companheira Dilma, anseio de todo militante petista, transformem nosso partido em um mero apoiador da política das oligarquias do estado.
Estamos nos transformando em nome desta submissão: calamos diante das denuncias de crime contra os direitos humanos e votamos contra eleições diretas nas escolas ( uma de nossas bandeiras históricas)...


Nós do PT-Guarapari esperamos que o Encontro do dia 29 de março de 2010 seja sábio em suas decisões.


Esperamos que os companheiros, diante da realidade que nos deprime e assusta, sejam capazes de reagir e traçar para o PT uma alternativa ao quadro construído pela Comissão Executiva Estadual, de um verdadeiro caminho na luta por mais democracia  e rumo à construção do socialismo democrático:


1 – Considerando a não candidatura do Ciro Gomes a presidente e da candidatura do Renato Casagrande ao governo estadual, somos favoráveis ao duplo palanque para a companheira Dilma ou a um reagrupamento da esquerda no Espirito Santo, conforme item 4 desde documento.


2 - Por uma aliança na proporcional que garanta espaço político no ES à altura da importância do PT capixaba e sustentabilidade a um futuro governo Dilma, Essa alinça proporcional não passa pelo PMDB, muito pelo contrário.


3 – Por um candidato PETISTA a senadoria. Temos quadros à altura, como Perly Cipriano, Iryni Lopes, Guilherme Lacerda, Givaldo e Dudé, sem precisarmos abrir mão de nossos prefeitos.


4 -  O PT deve fazer todos os esforços para reagrupar uma frente de partidos de esquerda - PT,PSB,PCdoB,PDT - que constitui maioria esmagadora pelo resultado do último pleito de  2008 , sendo que a direção política dessa aliança deve caber ao nosso partido. Até junho temos tempo para construção desse palanque, sem a pressa afoita e ingênua que levou a uma aliança subalterna ao palácio do governador e que o seu "fico" desmanchou a frágil arquitetura política.


5 - Somos favoráveis a que o PT-ES mantenha a questão das alianças no Estado aberta por maior tempo, para que haja uma política de partido e não de  alguns líderes.


Esperamos que o impasse que nos colocaram, sirva de reflexão ao conjunto do partido, no sentido de conscientizar que sem a construção de um partido democrático, ligado as bases, voltado às aspirações das classes trabalhadoras , fatalmente seremos engolidos pela pratica política das oligarquias.

Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Guarapari
(Mensagem ao Encontro Estadual aprovado em Reunião do DM de 20/03/2010)


Visite nosso blog:http://ptguarapari.blogspot.com/

Piada do dia

Jornalista e diretor executivo de A Gazeta, André Hess, afirma que não há censura na mídia.

Se não acredita, veja na íntegra o texto do sindicato dos jornalistas.

Diretoria do Sindijornalistas/ES responde ao editor executivo de A Gazeta

Conheça o posicionamento da diretoria do Sindijornalistas/ES sobre os últimos acontecimentos que envolvem a mídia capixaba e o sistema prisional no Espírito Santo.

liberdade_de_imprensa A publicação no site do Sindijornalistas/ES de carta do Padre Xavier comentando o artigo assinado pelo editor executivo do jornal A Gazeta, André Hees, sobre o sistema prisional capixaba gerou pedido de divulgação de resposta por parte do jornalista. A diretoria desta entidade prontamente atendeu ao pedido do jornalista, em respeito à liberdade de expressão e à democracia em seus espaços.

Em seu texto-resposta, o jornalista afirmou que não há censura nos veículos de comunicação capixabas. A afirmação contesta o posicionamento do Sindicato. Diante disso, vimos reafirmar nossa leitura a partir de fatos que seguem.

Primeiramente, é preciso relembrar que o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Espírito Santo é uma entidade que tem lado na luta de classes que, ao contrário do que pregam alguns, não acabou e nem terá fim no mundo capitalista. Nosso lado não é político eleitoral, ainda que dirigentes da entidade tenham suas opções políticas como é direito legítimo e incontestável de qualquer cidadão brasileiro. Nosso compromisso é classista.

Defendemos a democracia, a liberdade de expressão, a ética profissional, o respeito ao exercício profissional do jornalismo, os direitos trabalhistas, os direitos humanos, o direito à informação, entre tantos outros. É com base nesses princípios que atuamos, defendendo a vida digna também para aqueles que estão sob a tutela do Estado.

Infelizmente, o que as imagens já amplamente divulgadas na internet mostram são corpos esquartejados, a dignidade humana sendo aviltada, pessoas sendo humilhadas, maltratadas, mantidas em contêineres, enfim, tratados como lixo humano. Na verdade, deveriam estar cumprindo suas penas e sendo preparadas para a reinserção social. Não há, no nosso entendimento, números, estatísticas, comparações com o passado ou promessas e projetos de longo prazo que justifiquem tal
situação. Até porque não é apenas uma questão de vagas e estrutura física, e sim de projeto de ressocialização dos detentos. E ainda pesa sobre o atual Governo o fato de estar no último ano de dois mandatos.

Toda essa situação vem sendo denunciada pelos movimentos de direitos humanos há muito tempo e, de vez em quando, ganha as páginas dos jornais - a maioria das vezes em manchetes internas, como destacou o jornalista André Hees em seu artigo.

Esse caos levou a um pedido de intervenção federal no Espírito Santo feito pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária em 2009. O Conselho ainda pediu a responsabilização dos representantes estatais pela omissão diante do quadro degradante do sistema carcerário.

Isso não é qualquer coisa. É o reconhecimento de um órgão do Ministério da Justiça de que a situação tornou-se insustentável. Perguntamos então: qual o veículo de comunicação capixaba da chamada “grande imprensa" que estampou essa manchete em suas capas? A cobertura, de um modo geral, deixou a desejar, com raras exceções de profissionais que ousaram furar o cerco.

O assunto voltou à tona na sexta-feira passada, dia 5 de março, quando o Conselho Estadual de Direitos Humanos tornou pública a informação de que a violação dos direitos humanos nos presídios capixabas seria tratada em evento paralelo da 13ª Sessão Anual da ONU, em Genebra.

Isso significa que o Brasil vai comparecer a um evento da ONU por causa do que está acontecendo dentro do sistema carcerário do Espírito Santo. Essa é a manchete que também não vimos nos jornais capixabas no final de semana.

A bolha estourou diante da não publicação da coluna do jornalista Elio Gaspari no jornal A Tribuna de domingo, dia 7. Os leitores do jornal não foram informados por quais motivos naquele domingo não leriam a coluna como era habitual.

A explicação não veio oficialmente da direção do jornal. Veio da constatação de que a coluna fora produzida e saiu normalmente nos jornais nacionais que detêm o direito de reprodução. O título da coluna "As masmorras de Hartung apacerão na ONU" já dava a pista dos motivos da censura por aqui.

A segunda-feira despontou e, novamente, nenhuma palavra nos jornais capixabas sobre a ida do Brasil a Genebra por causa do caos no sistema carcerário do Espírito Santo. Mas, nesse momento, os leitores mais atentos começaram a cobrar.

Só na terça-feira, dia 9, o assunto conquistou o status de notícia no jornal A Gazeta. O título da matéria, porém, já deixava claro que era a voz governamental se justificando. Ao invés de dizer ao leitor, repetimos, que o Brasil vai comparecer a um evento da ONU por causa da violação dos direitos humanos no sistema carcerário do Espírito Santo, a matéria tratava das iniciativas do Governo do Estado – iniciativas essas que não resolveram os problemas -, o que resultou na discussão internacional.

Em A Tribuna o silêncio continuou. Os leitores também não foram informados que, a partir de então, o jornal capixaba estava proibido pelo jornalista Elio Gaspari de publicar sua coluna. Ele retirou os direitos de publicação após saber que A Tribuna simplesmente optou por não levar a público sua opinião sobre o caso capixaba.

Se não há censura e blindagem do Governo Paulo Hartung nos jornais capixabas, o que explica que um acontecimento que obedece aos vários critérios de noticiabilidade - como proximidade do tema, número de pessoas que atinge, atualidade, identificação social, intensidade e ineditismo – não tenha virado notícia de imediato no Espírito Santo? Por que A Gazeta só deu a matéria na terça-feira, após a publicação fora do Estado, se o release foi distribuído na sexta-feira anterior? Por que até o momento nada saiu em A Tribuna?

Ao que tudo indica, nem a concorrência está fazendo alguns jornais se mexerem quando o assunto em pauta é a crise no governo de Paulo Hartung.

Fonte:Sindijornalistases

Dos bastidores

Lideranças petistas começam a reconhecer que foram precipitados quando com antecedência de um ano declararam apoio ao R Ferraço, e querem agora  mais prudência, mais devagar porque já sentiram que o santo é imprevisível.

meu-partido Cresce o números de lideranças petistas insatisfeitas com o Coser ter transformado a sua casa em sede do PT, na qual comparecem a Executiva e os convidados dele, dizem que é a campanha: minha casa, meu partido.

Tese aprovada do Setorial de Ciencia e Tecnologia do PT-ES

Política de Estado: C, T & I para o Desenvolvimento Sustentável no Brasil e no Espírito Santo.

A C&T por uma outra globalização

1. Os sistemas econômicos hegemônicos estão em crise e a humanidade está ingressando em um novo ciclo onde mais que nunca é imprescindível dar asas às possibilidades, à inovação.

2. O Brasil deve ser capaz, de criar as condições para gerar e se apropriar do conhecimento, de avançar na organização de sua estrutura de produção e difusão científica, tecnológica e cultural em todos os campos e níveis como condição primordial para a conquista e o exercício da cidadania para todos, entendida como o efetivo compartilhamento das riquezas e do conhecimento disponíveis.

3. A crise por que passa hoje o sistema, em diferentes países, põe à mostra não apenas a perversidade, mas também a fraqueza da sua construção. Isso está levando ao descrédito dos discursos dominantes, enquanto outro discurso de crítica e proposição é elaborado de modo sistêmico.

4. As mudanças a serem introduzidas, no sentido de alcançarmos uma outra globalização, não virão do centro do sistema. As mudanças sairão dos países em desenvolvimento.

5. Estão dadas as condições que podem assegurar uma mutação filosófica do homem, capaz de atribuir um novo sentido à existência de cada pessoa e, também do planeta. Na era da ecologia triunfante, é o homem quem fabrica a natureza, ou lhe atribui valor e sentido, por meio de suas ações já realizadas, em curso ou meramente imaginadas.

6. Para que o novo aconteça, é necessário um impulso. O que mostra a necessidade de um projeto. Só o projeto orienta o movimento espontâneo e lhe dá um sentido. Uma vez realizado o salto, uma vez a ‘desconstrução’ mais ou menos completada, é preciso reconstruir – com idéias novas e materiais antigos: as ruínas, os restos, os pedaços, os fragmentos.

Por um novo sistema de aprendizagem universal

7. Nunca se fez tanto pela educação e pela ciência como na gestão do Partido dos Trabalhadores no Brasil. No entanto as carências e os desafios neste campo continuam imensos: a ineficácia do sistema se manifesta nos indicadores de analfabetos, de analfabetos funcionais, de evasão escolar, de quantidade de bibliotecas, de violência e depredação nas escolas, de quantidade de pesquisas por número de docentes e alunos em nossas universidades. Etc.

8. O progresso das técnicas informacionais dão as condições para se formular hoje um novo sistema de aprendizagem acessível a todos que substitua o sistema de educação atual, estruturalmente excludente de parcela da população, bem como de uma estratégia de transição de um para o outro.

9. Há uma forte tendência dos usuários de serviços convergentes das operadoras que preferem a banda larga como fonte de educação e cultura, de informação e como instrumento de comunicação. Assim, a democratização do acesso às infra-estruturas de banda larga serão as bases de uma nova sociedade da informação democrática e participativa.

10. O novo sistema de aprendizagem universal deve valer-se dos avanços das técnicas informacionais e da reserva de sábios disponíveis e oriundos das academias, das industrias, do meio artesanal existentes e transformar todo estabelecimento educacional em Centro de Documentação e Difusão Cultural ou Laboratório de Produção e Difusão Científica.

11. O novo sistema de aprendizagem universal deve combinar teoria e prática bem como aprendizagem e trabalho produtivo.

Ciência e tecnologia para as necessidades da população

12. Na atualidade, há, dentro das nações, na realidade, duas nações. Uma nação ativa, incluída e uma nação passiva, excluída.

13. Devemos lutar por uma política de ciência e tecnologia que garanta efetivamente o desenvolvimento sustentável, com inclusão econômica e social. As diversidades locais e os desafios globais são pressupostos para a formulação de uma Política de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação, para atender as necessidades da população e articulada nacionalmente, respeitando as peculiaridades Regional e Local (Estadual e Municipal).

Conferências de Ciência, Tecnologia e Inovação.

14. A 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (4ª CNCTI) tem como objetivo central elaborar diretrizes para a consolidação de um Sistema Nacional articulado que promova a efetiva cooperação entre os âmbitos federal, estadual e municipal, consolidando a Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I).

A institucionalidade da C,T&I

15. A institucionalização do tema C&T se iniciou, no Brasil, na metade do século passado, com a Criação do CNPq e a CAPES, em 1951. Outros marcos relevantes foram a criação da FINEP, em 1967, e do MCT, em 1985. Hoje, após 3 Conferências Nacionais de C&T (1985, 2002 e 2005), que passou a ser C,T&I a partir da 3ª, o setor acha-se bem estruturado no âmbito federal, contando inclusive com o Conselho Nacional de C&T (CCT), presidido pelo próprio Presidente LULA.

16. No âmbito estadual, salvo em poucos estados mais desenvolvidos, a estruturação dos setores de C&T só ocorreu muito recentemente; No ES, a Secretaria Estadual de C&T e a Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia do ES – FAPES, só foram instituídas em 2005. Em 2005 foi constituído o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de C,T&I (CONSECTI), e, em 2007, o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP).

17. Na esfera municipal, a estruturação da C&T, salvo poucas exceções, é praticamente inexistente; pouquíssimos são os Municípios que têm secretaria de C&T e alguns têm algum setor secundário, geralmente nas secretarias de desenvolvimento econômico. A grande maioria não se preocupa com o tema C,T&I. Em 2001 foi criado o “Fórum Nacional de Secretários Municipais de Ciência e Tecnologia e Inovação”, visando articular Secretários e Dirigentes Municipais para estreitar relações com órgãos dos governos federal e estaduais.

Setorial de C, T & I do PT-ES

18. O Setorial deverá constituir-se em espaço democrático, desempenhando um papel estratégico no nível partidário difundindo a idéia de que os municípios são parte importante do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, e fundamentais para os Sistemas Estaduais.

19. As prefeituras são a porta de acesso da população aos diversos programas públicos. Cabe a elas, junto com os estados e o poder central, proporcionar esse ambiente favorável para a consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

20. A novidade que despontará no horizonte do estabelecimento de uma política de estado nacional para C, T & I deve reafirmar a urgente necessidade da ampliação e reforço nos programas estaduais articulados aos municipais.

21. O Setorial será um elo importante nas discussões que estão em desenvolvimento, com base nos Documentos de Referencia tanto do Espírito Santo, para a 1ª CECTI-ES quanto do Município de Vitória, para a 1ª CMCTI, refletindo tais possibilidades no Sistema Estadual pós conferencias de C, T & I, com os seguintes eixos prioritários:

I – Articulação entre Sistemas Municipais e Estaduais e com o Nacional;

II - Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Estratégica para a Região;

III – C, T & I para o Desenvolvimento Social Local & Regional.

Linhas de ação

22. Prosseguir no incentivo à inovação tecnológica com um vigoroso suporte ao pequeno e médio empreendedor, às incubadoras e parques tecnológicos e com o fortalecimento e expansão do sistema nacional de C&T.

23. Articular a C&T como instrumento para revolucionar o sistema educacional, promovendo iniciativas conjuntas do MEC, MCT, ICTs e setores produtivos.

24. Propor uma política de CTI que inclua e financie os municípios, assentado em uma rede publica e gerido por empresas publicas com controle social;

25. Apoiar e financiar a implantação de banco de dados sobre inovações e experiências em empreendimentos sociais no ES.

26. Apoiar e financiar a criação, instalação e gestão de Laboratório de Tecnologia Social nas Universidades Federais e de Centros de Documentação e Difusão Cultural nos municípios

Diretor do Vox Populi prevê vitória de Dilma já no primeiro turno

Dilma_rindo-400      “Não é impossível imaginar que a Dilma ganhe a eleição já no primeiro turno”, afirmou ontem o diretor do instituto Vox Populi, João Francisco Meira, durante debate promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas que reuniu, em São Paulo, diretores dos principais institutos do país e mais o professor Marcus Figueiredo, do Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro”.

     De acordo com reportagem veiculada na noite de ontem pelo portal estadao.com.br, o crescimento da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, “ante a estagnação de seu provável adversário”, José Serra (PSDB), “tem impressionado”, além do diretor do Vox Populi, a diretora do Ibope, Márcia Cavallari, e os diretores dos institutos Datafolha e Seunsus, respectivamente Mauro Paulino e Ricardo Guedes.

     João Francisco Meira, diz a reportagem, “deu o palpite mais ousado” do debate ao considerar a hipótese de que Dilma seja eleita presidente já no primeiro turno. Pela análise do diretor do Vox Populi, a decisão da disputa presidencial será fortemente influenciada pela economia, que é, segundo Meira, o principal trunfo do Governo Lula. Outro aspecto decisivo, na avaliação dele, será o ideológico. “Nesse caso”, observou,

“56% das pessoas se definem como sendo de esquerda e 30% como eleitores do PT”.

    O diretor do Vox Populi citou também como decisivo para o pleito presidencial o tempo a ser ocupado pelos candidatos nos espaços de propaganda eleitoral gratuita da TV. E observou que a construção das alianças deve garantir tempo maior a Dilma.

    De acordo com a reportagem do estadão.com.br, a avaliação do diretor do Vox Populi sobre as chances de eleição da candidata do PT “é parecida com a de Ricardo Guedes” do instituto Sensus.

    “Dilma tem produto para mostrar, a economia. O Serra não tem. Hoje a tendência é muito mais pró-Dilma”, afirmou Guedes.

   Márcia Cavallari, do Ibope, e Mauro Paulino, do Datafolha, também admitiram que o cenário é favorável a Dilma, segundo o relato do estadão.com.br.

   “O que a gente sabe é que o eleitor se sente muito confortável de ter votado no Lula e agora fazer essa avaliação de que acertou. Ele pensa: ‘Acertei, e o país está tendo avanços’. O eleitor considera que os avanços foram muito mais profundos no Governo Lula. A comparação com o governo FHC é prejudicial para o Serra”, afirmou a diretora do Ibope.

    A reportagem do estadão.com.br informa que, “reservadamente”, Márcia Cavallari destacou que “não só a Dilma está crescendo, como há tendência de queda de Serra, ainda que dentro da margem de erro” das pesquisas.

   Mauro Paulino, do Datafolha, lembrou que, na pesquisa realizada em dezembro pelo seu instituto, 15% dos eleitores não sabiam que Dilma era a candidata do Lula, mas queriam votar na candidata do Lula.

    ”E o que nós observamos em fevereiro, é que ainda há margem de crescimento para Dilma”.

   Segundo o diretor do Datafolha, a dúvida é saber se Dilma vai transmitir ao eleitorado que tem a mesma capacidade de administração que Lula tem.

   “O eleitor vai poder comparar Serra com Dilma, Dilma com Lula”.

Fonte: BrasiliaConfidencial

Dilma assiste a missa celebrada pelo padre Marcelo Rossi

Ministra da Casa Civil foi ao Santuário do Terço Bizantino, em SP.
Dilma leu trecho da Bíblia e foi aplaudida por cerca de 20 mil fiéis.marcelo_dilma-400

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, acompanhou na noite desta quinta-feira (5), missa celebrada pelo padre Marcelo Rossi no Santuário do Terço Bizantino, bairro de Santo Amaro, em São Paulo.

Dilma foi anunciada pelo padre Marcelo como uma "presença ilustre" e abriu a missa com a leitura da Bíblia. "Põe em meus lábios um discurso atraente, quando eu estiver diante do leão, e muda o seu coração para que odeie aquele que nos ataca, para que este pereça com todos os seus cúmplices." A ministra foi bastante aplaudida pelos cerca de 20 mil fiéis que assistiram à celebração.

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Ela ficou no lado direito de um palco de 17 metros de extensão - o altar do santuário. O espaço é reservado para convidados do padre Marcelo.

Maioria dos brasileiros pretende votar em candidato apoiado por Lula

SÃO PAULO - Mais da metade dos brasileiros (53%) pretende votar nas eleições deste ano em um candidato apoiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apontou a pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje.

Apesar disso, ainda é expressivo o percentual de eleitores (42%) que desconhecem que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, será a candidata governista para a sucessão de Lula.

"O levantamento revela o elevado patrimônio eleitoral do presidente. Ao mesmo tempo, mostra uma quantidade significativa de eleitores que não sabem que Lula apoia Dilma", analisou Rafael Lucchesi, diretor de operações da CNI.

"De qualquer maneira, a superexposição da ministra na mídia nos últimos meses a tornou mais conhecida e reduziu o número de eleitores que declaravam que não votariam nela para presidente de jeito nenhum. O índice caiu de 41%, em dezembro de 2009, para 27% agora", acrescentou.

O governador paulista, José Serra (PSDB), é o pré-candidato com o menor grau de rejeição (25%) entre os postulantes ao cargo.

Para Lucchesi, o fato de Dilma ter ficado mais conhecida do eleitorado foi determinante para sua escalada nas pesquisas. A vantagem de Serra, que no levantamento anterior era de 21 pontos percentuais, caiu para apenas cinco pontos percentuais. O tucano permanece na liderança, com 35% das intenções de voto, enquanto a ministra está com 30%.

"Pesquisas são uma fotografia do momento. Dilma está mais exposta. Por isso teve um arrancada. Por outro lado, podemos dizer que Serra continua estável, uma vez que oscilou três pontos percentuais abaixo do registrado na rodada passada", observou o diretor da CNI, lembrando que a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

Em terceiro lugar aparece o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), com 11% das preferências, mas numa trajetória de queda contínua, já que desde a primeira pesquisa ele perdeu seis pontos percentuais. Na lanterna está a senadora Marina Silva (PV-AC), que se manteve estável em relação à taxa anterior, com 6% das intenções de voto.

Segundo Lucchessi, o resultado de Marina está diretamente relacionado ao fato dela ainda ser pouco conhecida pelos brasileiros (23%), o que a torna automaticamente a candidato com o maior índice de rejeição (31%).

"Nesta fase, na qual as campanhas ainda não começaram, a probabilidade de voto está muito mais associada ao conhecimento do candidato pelo eleitor", explicou.

O levantamento ainda avaliou um cenário com o governador mineiro Aécio Neves no lugar de Serra. Neste caso, Dilma totaliza 34% das preferências contra 21% de Ciro. O tucano surge apenas em terceiro, com 13%.

Sem o deputado do PSB, a diferença entre Serra e a ministra fica em cinco pontos percentuais, 38% a 33%. Na última lista, a petista dispara com 39% das intenções de voto, seguida por Aécio, com 18%.

Num eventual segundo turno, Serra venceria a corrida ao Palácio do Planalto em todos os cenários. Com Dilma, ele soma 44% das preferências contra 39%. A ministra, por sua vez, ganha dos demais adversários quando o governador paulista não participa das eleições presidenciais.

A pesquisa também captou a intenção de voto dos brasileiros por região. O tucano lidera com folga no Norte/ Centro-Oeste e Sudeste e fica tecnicamente empatado com a ministra no Sul, que abre 14 pontos percentuais sobre o adversário no Nordeste.

A pesquisa CNI/Ibope ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios entre os dias 6 e 10 de março.

(Fernando Taquari | Valor)

Fonte: ValorEconomico

Serra tem 35% e Dilma, 30% das intenções de voto, diz pesquisa Ibope

Diferença entre governador e ministra diminuiu de 21 pontos para 5.
Ciro Gomes aparece com 11% das intenções de voto; Marina tem 6%.

Veja a pesquisa completa neste arquivo pdf

Serra segue na liderança, mas Dilma encosta, diz Ibope

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), continua na liderança para a disputa à Presidência da República. De acordo com pesquisa Confederação Nacional da Indústria (CNI)/Ibope, o tucano tem 35% de intenções de voto enquanto a ministra da Casa Civil e pré-candidata do PT soma 30%.

A vantagem entre os dois candidatos, no entanto, caiu de 21 pontos percentuais, em dezembro de 2009, para 5 pontos agora.

Em terceiro lugar, aparece o deputado federal Ciro Gomes (PSB), com 11% da preferência do eleitorado, seguido pela senadora Marina Silva (PV), com 6%. Os votos em branco e nulos totalizaram 10% e os que não quiseram ou não souberam responder corresponderam a 8%.

Num eventual segundo turno para presidente do Brasil, Serra venceria com 44% das intenções de voto. Já Dilma teria 39% das preferências.

Em um cenário com o governador mineiro Aécio Neves (PSDB) em lugar de Serra, Dilma ficaria na frente, com 34% da preferência do eleitorado. O segundo lugar ficaria com Ciro Gomes (21%) e só depois apareceria Aécio (13%).

Considerando esse quadro, Dilma enfrentaria um segundo turno com Ciro e sairia vitoriosa com 45% das intenções de voto. O deputado do PSB teria 29%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 10 de março, com 2.002 entrevistados em 140 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Fernando Taquari

Fonte : Valoronline

Movimentos sociais e entidades fazem vigília em apoio ao Conselho de Direitos Humanos do ES

Enquanto o PT silencia:

Movimentos sociais, entidades sindicais e da sociedade civil realizaram na segunda-feira, às 09 da manhã uma vigília no Palácio Anchieta – mesmo horário do pronunciamento do Conselho de Direitos Humanos do Espírito Santo no Conselho de Direitos Humanos na ONU, em Genebra. O pronunciamento do Conselho capixaba leva à ONU a violação dos direitos humanos no sistema prisional capixaba.

Com os temas: Contra a violação dos direitos humanos no sistema carcerário do ES, Pela liberdade de expressão e Contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza, a vigília acompanhou o pronunciamento feito por Bruno Alves, presidente do Conselho do ES, na ONU e m protestou frente ao descaso com que os governos estadual e federal trataram a situação nos presídios do Estado – nos quais foram encontrados casos de tortura, assassinatos com toques de crueldade, mutilações e superlotação.

A vigília protestou contra o silêncio dos grandes veículos de mídia em relação ao caso. Enquanto a crise se instaurava a nível internacional, os veículos de imprensa do estado se ausentaram da função de noticiar o ocorrido – inclusive na sexta-feira última, quando o Conselho de Direitos Humanos do ES divulgou informações quanto à visita a ONU. As primeiras palavras só vieram na terça-feira, após leitores perceberem a ausência da coluna de Élio Gaspari em A Tribuna, um ato de censura do jornal, pois se tratava de um texto que atacava fortemente Paulo Hartung e o descaso do estado quanto à questão.

A vigília contou com o apoio e a organização do Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH), Centro de Defesa dos Direitos Humanos da Serra (CDDH), Sindijornalistas/ES, Sindicato dos Bancários (Seeb/ES), Intersindical, Fórum da Juventude Negra (Fejunes), Consulta Popular, Assembléia Popular, Diretório Central dos Estudantes da UFES (DCE), Grupo Olho da Rua, Contraponto, Centros Acadêmicos da UFES, PSOL/ES, Executiva Nacional dos Estudantes de Fisioterapia e da Comissão de Juventude da Igreja Presbiteriana Unida.

Este e´o PMDB aliado?

O PSDB e o PMDB obtiveram ontem na Justiça Eleitoral a suspensão da propaganda partidária que o PT vinha exibindo na TV. Na peça, o presidente Lula tenta aproximar sua pré-candidata à Presidência, ministra Dilma Rousseff, de São Paulo, Estado que reúne o maior colégio eleitoral do país e no qual o PT sempre enfrentou dificuldades para obter a aprovação da maioria do eleitorado. Na propaganda, Dilma afirma que tem “muito carinho e respeito” por São Paulo e Lula emenda que ela é uma “mineira com a cara e a alma de São Paulo”. O PT de São Paulo afirmou, em nota, que irá recorrer da decisão.

Fonte: AGazeta

Festa do PT.

Praça Oito – AGAZETA – 16/03/2010

Estranhos no PT. Teve petista que não entendeu o que o presidente da Assembleia Legislativa, Elcio Alvares, presidente do DEM e ex-governador indicado pela ditadura militar, estava fazendo na festa do PT, no sábado. Teria havido um ensaio de vaia para ele. Outro que chamou a atenção foi o deputado federal Camilo Cola (PMDB).
Sobraram. Elcio e Camilo tiveram assento na mesa que coordenou o evento, mas pareceram bastante deslocados diante da militância petista.
Exagero? Empolgado, o presidente do PT reconduzido ao cargo, Givaldo Vieira, em discurso, disse que o prefeito João Coser era solidário, competente, leal , amigo e um “iluminado”. Mas Segundo relatos de pessoas próximas, Coser teria demonstrado certo incômodo com a rasgação de seda, aparentemente excessiva.

Entrevista de Chico Celso ao boletim do dep. Cláudio Vereza

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O  Mandato Vereza (MV) bateu um papo com Chico, como é chamado pelos  petistas , sobre o papel do PT no Espírito Santo.

MV – pergunta: O PT fez 30 anos de existência, de lá para cá como o senhor vê, hoje, essa caminhada do partido?
Francisco Calmon – responde:
Bem, se o PT participa do poder é porque é um partido vitorioso. Mudou, incorporou novos valores, mas não traiu o sonho de uma sociedade justa, fraterna, solidária, sustentável. Aprendeu que a democracia é um valor perene, afirmou o socialismo como objetivo estratégico, descobriu que o equilíbrio ecológico é uma bandeira revolucionária, que seu diferencial é a militância, sem ela irá se igualar aos demais e ser um partido de donos.

MV – pergunta: O PT tem sua origem em movimentos de base como operariado, movimentos populares e em comunidades eclesiais de base. O que significa para o senhor a chegada do partido à presidência da República ?
Francisco Calmon – responde: Significa que os caminhos democráticos não são estreitos, pois permite galgar a presidência, mesmo sem ter a hegemonia ideológica, mas significa também que, uma vez lá, não pode ficar circunscrito aos limites formais da democracia, tem que continuar alargando e aprofundando a democracia brasileira, travando a luta ideológica, para que num estágio mais avançado o povo possa fazer a sua opção socialista.
MV – pergunta: Há um jeito petista de ser?
Francisco Calmon – responde: Não, na prática não há. Deveria existir, e seria um jeito ético, onde os meios seriam tão importantes quanto os fins; seria democrático, no qual o coletivo predominasse; solidário, onde houvesse injustiça, o petista teria que estar lutando contra e ajudando ao injustiçado; e fraterno, que significa compreender que a diferença é de idéias e, portanto, os companheiros são todos irmãos de luta e o partido vem primeiro que as tendências. Isto quer dizer que não se joga e nem se deixa companheiro na estrada.
MV – pergunta: Este é o último ano de Lula na presidência. Qual o maior legado dele como presidente do Brasil?
Francisco Calmon – responde: O maior legado dele, Lula, é, a meu juízo, a sua postura democrática, a despeito de sua inédita aprovação popular não aceitou a tese do 3º mandato, e a inserção do Brasil como protagonista no cenário internacional. Diferentemente da política econômica, a política externa reflete os ideais petistas.

Sobre as masmorras de Hartung.

O artigo do jornalista Élio Gaspari, bem como as imagens da mais cruel e patológica barbárie que o governo do Espírito Santo comete, nos leva a pensar que já tínhamos visto todo tipo de crueldade e desumanidade naquele político do estado do Acre, coronel Hildebrando Pascoal, chefe do crime organizado, que usava serra elétrica para matar e esquartejar àqueles que atravessassem o seu caminho. Também não é mera semelhança as jaulas dos encarcerados com as jaulas dos negros escravos, como não é mera semelhança as câmaras de gás dos nazistas com o sistema prisional do Espírito Santo, ambos asfixiantes, ambos torturantes. Tortura que é crime hediondo, tortura que sofri, sofremos, nos cárceres da ditadura militar brasileira.
A irresponsabilidade de um governo estadual levará o Brasil a ser julgado na ONU. Na exata estação na qual o governo Lula elevou o Brasil ao papel de protagonista no cenário internacional.
A nós do PT-ES, cabe a indagação: qual é o preço de participar de um governo que impregna suas mãos de crueldade sem limites, de agressão institucional aos direitos humanos? Será o preço da cumplicidade, porque a participação tem sido acrítica, conformista e silente.
Não é mais aceitável o silêncio do PT-ES. A sua omissão será entendida como conivência, senão até como covardia. Se não atiramos a primeira pedra, também não podemos permitir que as últimas pedradas da indignação, que tomará conta de todo o país e do mundo, recaia sobre nós.
Como a história nos julgará? Teremos estatura moral para nos indignarmos, fazendo coro com as pessoas de bem do mundo inteiro? Evidente que será muito difícil, pois estamos aliados, não apenas ao governo Hartung, mas a sua continuidade.
O Encontro Estadual do PT-ES é soberano. Ainda é tempo de não entrarmos para história capixaba como co-réu de um governo que, provavelmente, será condenado, e o Brasil pagará o preço desse desgaste.
Um petista que não se enoja e se indigna diante da barbárie, não pode ser considerado PETISTA. E temos moral para assim falar, porque durante o PED o nosso candidato a presidente, Perly Cipriano, não apenas denunciou como alertou que o Brasil acabaria sendo julgado pelas cortes internacionais por esses crimes contra os direitos humanos. Mas os ouvidos foram moucos, o silêncio permaneceu.
E agora, companheiros (as), o quê fazer?

 

Algumas fotos constantes no relatório:

ScreenShot014

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Para ver o relatório completo  clique AQUI.

ALERTA : SÃO CENAS FORTES, NÃO ACONSELHAVEL A EMOTIVOS

Corrente

AGAZETA - Praça Oito 13/03/2010

A corrente petista CNB-Democracia e Participação elegeu dez líderes para a sua executiva, entre eles Paulo de Tarso, atual presidente da Fetaes, Francisco Calmon, militante histórico, e Paulo Coutinho, presidente do PT de Vila Velha.

No dia 23 de março, a tendência terá uma reunião conclusiva sobre sua posição quanto a alianças e sobre dois possíveis palanques para a ministra Dilma Rousseff no Estado.

Masmorras de Hartung (Élio Gaspari)

Realiza-se amanhã em Genebra um evento paralelo à reunião da Comissão de Direitos Humanos da ONU, durante o qual ficará disponível o Dossiê sobre a situação prisional do Espírito Santo. Tem umas 30 páginas e oito fotografias de corpos esquartejados que ficarão cravadas na história da administração do governador Paulo Hartung.
Na semana passada, neste espaço, foi publicado um texto intitulado As masmorras de Hartung aparecerão na ONU. O jornal A Tribuna, de Vitória, que detinha direitos de reprodução da coluna no Espírito Santo, deixou de publicá-la.
Diante disso, o signatário encerrou suas relações profissionais com A Tribuna.
Eremildo, que é um idiota, está convencido de que esse foi mais um passo da ofensiva chavo-petista para instalar o controle social dos meios de comunicação no Brasil.
Informado de que o governador do Espírito Santo é do PMDB, já foi tucano, mas nunca passou pelo PT, o cretino pediu 250 anos para pensar no assunto.
O dossiê com as fotos dos esquartejados está no seguinte endereço: http://www.estadao.com.br/especiais/2009/11/crimesnobrasil_if_es.pdf

Festa de 30 anos do PT

Foi constrangedor vermos numa mesma mesa o ex-prisioneiro político, Perly Cipriano, e um ativo membro da ditadura militar, o ex-governador Élcio Álvares, e também um apoiador da repressão, o deputado Camila Cola.

Os membros do diretório na platéia, os membros da ditadura no palco.

A festa era nossa, não era um lançamento de campanha.

Não foi à toa que muitos não conseguiram externar alegria e nem mesmo comer o churrasco, com certeza poderia dar indigestão.

Até para imitar é preciso discernimento político. Lamentamos termos mobilizados nossos companheiros e companheiras para o que acreditávamos que seria e não foi: uma autêntica festa petista.

FESTA DOS 30 ANOS.

30 ANOS DE PT. 30 ANOS DE LUTA PELO POVO E COM O POVO.

ESSA FESTA É NOSSA. É A FESTA DA MILITÂNCIA. É A FESTA DE TODOS OS FILIADOS!

CONVIDAMOS A TODOS OS COMPANHEIROS  E COMPANHEIRAS DA CNB-DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO QUE SE MOBILIZEM E COMPAREÇAM NO DIA 13, NO CLUBE ÁLVARES CABRAL, VITÓRIA., ÀS 9:00H , PARA A POSSE DO DIRETÓRIO DO PT-ES E PARTICIPEM DO ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO.

As masmorras de Hartung aparecerão na ONU

ph

Elio Gaspari

O economista bem educado governa no ES um sistema prisional que envergonharia o soba do Uzbequistão

NA PRÓXIMA segunda-feira, dia 15, o governador Paulo Hartung (PMDB-ES) tem um encontro marcado com o infortúnio. Depois de anos de negaças, o caso das "masmorras capixabas" será discutido em Genebra, num painel paralelo à reunião do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Hartung tem 52 anos, um diploma de economista e a biografia de um novo tipo de político. Esteve entre os reorganizadores do movimento estudantil no ocaso da ditadura. Filiou-se ao PSDB, ocupou uma diretoria do BNDES, elegeu-se deputado estadual, federal, e senador.
Na reunião de Genebra estará disponível um "dossiê sobre a situação prisional do Espírito Santo". Tem umas 30 páginas e oito fotografias que ficarão cravadas na história da administração de Hartung. Elas mostram os corpos esquartejados de três presos. Um, numa lata. Outro em caixas e uma cabeça dentro de um saco de plástico. Todos esses crimes ocorreram durante sua administração. Desde a denúncia da fervura de presos no Uzbequistão o mundo não vê coisa parecida.
As "masmorras capixabas" são antigas, mas a denúncia teve que ser levada à ONU porque as organizações de defesa dos direitos humanos não conseguem providências do governo do Espírito Santo, nem do comissariado de eventos de Nosso Guia. Sérgio Salomão Checaira, presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, demitiu-se em agosto do ano passado porque não teve apoio do Ministério da Justiça para reverter o quadro das prisões de Hartung. Há um mês, uma comitiva que visitava o presídio feminino de Tucum (630 presas numa instituição onde há 150 vagas) foi convidada a deixar o prédio. Se quisessem, poderiam conversar com as prisioneiras pelas janelas.
O Espírito Santo tem 7.000 presos espalhados em 26 cadeias, com uma superlotação de 1.800 pessoas. Há detentos guardados em contêineres sem banheiro (equipamento apelidado de "micro-ondas"). Celas projetadas para 36 presos são ocupadas por 235 desgraçados. Alguns deles ficam algemados pelos pés em salas e corredores.
Os governantes tendem a achar que os problemas vêm de seus antecessores, que as soluções demoram e que, em certos casos, não há o que fazer. Esquecem-se que têm biografias.
O relatório com fotos dos esquartejados está no seguinte endereço:
http://www.estadao.com.br/especiais/2009/11/crimesnobrasil_if_es.pdf

Aviso: é barra muito, muito pesada.

Fonte: Clipping TSE

PT vai à Justiça contra mentiras, calúnias e agressões criminosas de Veja, Estadão e Blat

Nota do Partido dos Trabalhadores

É com perplexidade e absoluta indignação que o Partido dos Trabalhadores vem acompanhando a escalada de ataques mentirosos, infundados e caluniosos por parte de alguns órgãos da imprensa a partir de matéria sensacionalista publicada na última edição da revista Veja.

O mais absurdo desses ataques se deu hoje, terça-feira (9), quando o jornal O Estado de S.Paulo usou seu principal editorial para acusar o PT de ser “o partido da bandidagem” – extrapolando todos os limites da luta política e da civilidade sem qualquer elemento que sustente sua tese.

O PT tem uma incontestável história de lutas em defesa da democracia, da cidadania, da justiça e das liberdades civis. Nasceu dessas lutas, se consolidou a partir delas e, nos governos que conquistou, tem sido o principal promotor da idéia de um Brasil efetivamente para todos, com absoluto respeito às instituições democráticas, às regras do jogo político e ao direito fundamental à liberdade de opinião e expressão.

Para nós, a diversidade de opiniões é a essência não só da democracia, mas também do próprio PT. Devemos a essa característica, em grande parte, o sucesso de nosso projeto de país, cujo apoio majoritário da população se dá em oposição aos interesses da minoria que nos ataca.

Nem o PT nem a sociedade brasileira podem aceitar o baixo nível para o qual parte da mídia ameaça levar o embate político às vésperas de mais uma eleição presidencial. O Brasil não merece isso. A democracia não merece isso. A liberdade de imprensa, defendida pelo PT mais do que por qualquer outro partido, não merece que façam isso em nome dela.

O PT não entrará nesse jogo, no qual só ganham aqueles que têm pouco ou nenhum compromisso com a democracia. Mas buscará, pelas vias institucionais, a devida reparação judicial pelas infâmias perpetradas contra o partido e seus milhões de militantes nos últimos dias.

Acionaremos judicialmente o jornal o Estado de S.Paulo, pelo editorial desta terça, e a revista Veja, pela matéria que começou a circular no último sábado. Também representaremos no Conselho Nacional do Ministério Público contra o promotor José Carlos Blat, fonte primária de onde brotam as mentiras, as ilações, as acusações sem prova e o evidente interesse em usar a imprensa para se promover às custas de acusações desprovidas de qualquer base jurídica ou factual.

José Eduardo Dutra
Presidente Nacional do PT

Mulheres

O mundo é feito por diversos tipos de mulheres:
Mulheres que curam com a força do seu amor...
Mulheres que aliviam dores com a sua compaixão...

Mulheres que cantam o que a gente sente...
Mulheres que escrevem o que a gente sente...
Mulheres glamourosas...
Mulheres maravilhosas...
Mulheres que nos fazem rir...
Mulheres batalhadoras...
Mulheres talentosas.

O Mundo também é feito por outros tipos de mulheres,
nem tão conhecidas ou famosas...
Mulheres que deixam para trás tudo o que têm,
em busca de uma vida nova...
Mulheres que, todos os dias, encontram-se diante
de um novo começo...
Mulheres que sofrem diante das injustiças...
Mulheres que sofrem diante de perdas inexplicáveis...
Mães amorosas...
Mulheres que se submetem a duras regras...
Mulheres que se perguntam qual será o seu destino...
Mulheres que têm escritos na face todos os dias de sua vida.
TODAS, mulheres especiais...
Todas, mulheres tão bonitas quanto qualquer Estrela,
porque lutam todos os dias para fazer do Mundo um lugar
melhor para se viver.
Bom Dilma a Todas as mulheres!!!

Abraços,
Josiane Lagasse

Delegados da CNB-Democracia e participação ao Encontro estadual, no dia 27 de março

Auta Fernandes Trindade
Benedito da Silva
Carolina Julia Pinto
Carlos Francisco da Silva
Clesio Atonio Brandão
Espartaco Ramaciotti
Francisco Celso Calmon
Geraldo Carlos do Carmo
Guilherme Narciso de Lacerda
Ivone Caralo
Joaquim Jose de Souza
Jorge Luiz Davel
Jose Carlos Alves Freitas
Jose Carlos Pigatti
Jose Geronimo Brumatti
Jose Luis Oliveira Silva
Jose Luis Pampanelli Aguiar
Linda Maria Morais
Lucia Maria Freire
Naor Atonio da Silva
Marcos Antonio Seibert
Mario Agapito
Paulo de Tarso Caralo
Paulo Fernando Coutinho
Perly Cipriano
Robson Santos Menezes
Waldir Toniato
Wanderso Pires

 

Suplentes

Arlete Soares da Silva
Gilson Jose Pimenta
Jose Luiz Bernaducci
Julio Cesar Mendel
Lilian Pigatti
Neuza Hastenreiter
Paulo Luiz Ribeiro
Romildo Luis Hoffmann
Wilton Pires Junior

A Gazeta – 05/03

cnb_depar Articulação. A nova tendência interna do PT no Estado CNB -Democracia e Participação é a única a ter integrantes que defendem mais de um palanque para a ministra Dilma Rousseff por aqui. O grupo define amanhã seus coordenadores e traça diretrizes.

Economia e vida

Guilherme Lacerda – A Gazeta 03/03/2010

Pela terceira vez, desde que foi criada no início dos anos 60, a Campanha da Fraternidade será ecumênica em 2010. O Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil traz à reflexão de todos o tema "Economia e Vida". A CF  propiciará uma ampla reflexão a partir da realidade concreta do país e das propostas e alternativas que serão apresentadas na campanha eleitoral deste ano.

Na prática, a teoria é outra e o povo, escaldado, deve desconfiar sempre dos belos discursos quando desacompanhados de propostas concretas e de como implementá-las. É preciso ouvir a todos, mas procurar saber quem fala, que interesses representa e de que lugar na pirâmide social fala cada um dos proponentes. No papel ninguém discorda de que a economia deve estar a serviço  do ser humano; que a justiça e a solidariedade devem imperar nas questões econômicas e que o país deve combater a miséria, propugnar pela inclusão social e lutar pela igualdade.

A realidade, infelizmente, é que os discursos aparentemente semelhantes trazem ações e resultados opostos. Para mudar a vida é preciso mudança de posturas. A pobreza não é uma questão de mera fatalidade. A pobreza, a miséria, a injustiça e a desigualdade são frutos de decisões políticas e econômicas tomadas por homens e mulheres quase sempre investidos de poderes conferidos pelo voto popular e/ou indicados por alguém eleito por este soberano voto.
Nos próximos meses dois projetos antagônicos em sua gênese e finalidade estarão em debate na sociedade brasileira, embora em algumas questões eles possam parecer semelhantes. O primeiro, o do presidente Lula, que promove um resgate do país com um projeto exitoso de crescimento econômico e distribuição de renda.  Fatores como o aumento real do salário mínimo, crescimento do emprego, aumento do crédito e políticas de transferência de renda fazem com que o Brasil - mantido neste caminho de melhoria dos indicadores sociais - possa erradicar a pobreza extrema em 2016.

Por outro lado, a oposição critica os gastos do Estado, defende cortes orçamentários, mas esconde da população se a tesoura vai atingir o aumento real do salário mínimo e das aposentadorias; omite se o torniquete adiará a realização de concursos públicos em todas as áreas de governo; não confessa se a economia será feita tirando dinheiro dos programas de inclusão social, como o bolsa família, que hoje beneficia milhões de brasileiros em todos os cantos do país.

O Brasil tem muitos desafios. Precisa gerar emprego e distribuir renda. Precisa expandir a economia, respeitando os pressupostos da sustentabilidade e da defesa do meio ambiente. Precisa aumentar o consumo e estimular a poupança. Precisa garantir o controle da economia e encorajar relações econômicas fraternas, estimulando uma economia familiar, solidária. Um outro mundo, certamente, só será possível com o somatório de esforços de políticos éticos e competentes com uma sociedade civil cada vez mais capacitada e organizada.

Nestes termos, é com especial prazer e atenção que vejo a Campanha da Fraternidade colocar a relevância do tema para ser debatido em todas as comunidades brasileiras. Se "não se pode servir a Deus e ao dinheiro" (Mt, 6;24), penso, o primeiro passo é fazer com que os gestores econômicos coloquem seu trabalho a serviço de um projeto que dignifique o ser humano. É o que, com modéstia e firmeza cada um de nós precisa exercitar cotidianamente.

Guilherme Lacerda é economista e presidente da Funcef.

História do PT capixaba

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Casa Civil: Folha de S.Paulo maquia e manipula dados do PAC

FOLHA DE S. PAULO MAQUIA DADOS SOBRE O PAC

1. São infundadas e inaceitáveis as acusações do jornal Folha de S. Paulo (02.03.2010) a respeito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Se existe "maquiagem" ou tentativa de "esconder" informações em relação ao PAC, ela está na reportagem do jornal, e não nos balanços periódicos do Programa.

2. A Casa Civil da Presidência da República reitera que não há hipótese de manipulação das informações dos nove relatórios do PAC. Os balanços são transparentes e sempre foram amplamente divulgados e exaustivamente analisados pela imprensa. Tanto é assim que, a partir deles, a própria Folha pode fazer sua pesquisa e sua pauta para a elaboração da reportagem. Além disto, os dados estão disponíveis a qualquer interessado na internet

3. Todas as alterações de cronogramas das ações do PAC estão registradas nos balanços, como, aliás, admite a própria Folha ao longo do texto: "(...) em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes (...) descobre-se que muitas das obras (...) passaram por uma revisão de metas e tiveram seu prazo de conclusão dilatado..."

4. Os balanços do PAC sempre fizeram referência às ações desenvolvidas dentro do Programa, classificando seu andamento como "adequado", "atenção" ou "preocupante" de acordo com os riscos apresentados à execução de cada uma.

5. Mesmo alertada sobre esse critério objetivo, a Folha optou pelo caminho da manipulação ao selecionar uma amostra parcial de 75 ações do primeiro balanço (de um total de 1.646) para concluir, de maneira premeditada, que 75% das ações do PAC estão atrasadas. A Folha erra ao tomar o resultado de uma amostra e aplicar o percentual sobre o total de ações.

6. O fato é que das 2.471 ações monitoradas, metade foi concluída, 44% estão com ritmo adequado de execução, 5% em atenção e 1% em situação preocupante. Se metade foi concluída, como poderia haver 75% atrasadas?

7. A verdade é que, em valor, 40,3% das ações foram concluídas, representando investimentos de R$ 256,9 bilhões. Somados às ações em andamento, os investimentos do PAC, de 2007 a 2009, totalizaram R$ 403,8 bilhões - 63,3% da meta até o final de 2010.
8. Já o desmembramento de algumas ações (que o jornal chama de "fatiamento") deve-se a sua complexidade e visa a aprimorar seu monitoramento. É o caso, por exemplo, da duplicação da BR 101 Nordeste, obra de mais de 1.000 Km de extensão, atravessando seis estados, e com diferentes estágios de execução.

Assessoria de imprensa da Casa Civil
Terça-feira, 2 de março de 2010