PT vai à Justiça contra mentiras, calúnias e agressões criminosas de Veja, Estadão e Blat

Nota do Partido dos Trabalhadores

É com perplexidade e absoluta indignação que o Partido dos Trabalhadores vem acompanhando a escalada de ataques mentirosos, infundados e caluniosos por parte de alguns órgãos da imprensa a partir de matéria sensacionalista publicada na última edição da revista Veja.

O mais absurdo desses ataques se deu hoje, terça-feira (9), quando o jornal O Estado de S.Paulo usou seu principal editorial para acusar o PT de ser “o partido da bandidagem” – extrapolando todos os limites da luta política e da civilidade sem qualquer elemento que sustente sua tese.

O PT tem uma incontestável história de lutas em defesa da democracia, da cidadania, da justiça e das liberdades civis. Nasceu dessas lutas, se consolidou a partir delas e, nos governos que conquistou, tem sido o principal promotor da idéia de um Brasil efetivamente para todos, com absoluto respeito às instituições democráticas, às regras do jogo político e ao direito fundamental à liberdade de opinião e expressão.

Para nós, a diversidade de opiniões é a essência não só da democracia, mas também do próprio PT. Devemos a essa característica, em grande parte, o sucesso de nosso projeto de país, cujo apoio majoritário da população se dá em oposição aos interesses da minoria que nos ataca.

Nem o PT nem a sociedade brasileira podem aceitar o baixo nível para o qual parte da mídia ameaça levar o embate político às vésperas de mais uma eleição presidencial. O Brasil não merece isso. A democracia não merece isso. A liberdade de imprensa, defendida pelo PT mais do que por qualquer outro partido, não merece que façam isso em nome dela.

O PT não entrará nesse jogo, no qual só ganham aqueles que têm pouco ou nenhum compromisso com a democracia. Mas buscará, pelas vias institucionais, a devida reparação judicial pelas infâmias perpetradas contra o partido e seus milhões de militantes nos últimos dias.

Acionaremos judicialmente o jornal o Estado de S.Paulo, pelo editorial desta terça, e a revista Veja, pela matéria que começou a circular no último sábado. Também representaremos no Conselho Nacional do Ministério Público contra o promotor José Carlos Blat, fonte primária de onde brotam as mentiras, as ilações, as acusações sem prova e o evidente interesse em usar a imprensa para se promover às custas de acusações desprovidas de qualquer base jurídica ou factual.

José Eduardo Dutra
Presidente Nacional do PT

Mulheres

O mundo é feito por diversos tipos de mulheres:
Mulheres que curam com a força do seu amor...
Mulheres que aliviam dores com a sua compaixão...

Mulheres que cantam o que a gente sente...
Mulheres que escrevem o que a gente sente...
Mulheres glamourosas...
Mulheres maravilhosas...
Mulheres que nos fazem rir...
Mulheres batalhadoras...
Mulheres talentosas.

O Mundo também é feito por outros tipos de mulheres,
nem tão conhecidas ou famosas...
Mulheres que deixam para trás tudo o que têm,
em busca de uma vida nova...
Mulheres que, todos os dias, encontram-se diante
de um novo começo...
Mulheres que sofrem diante das injustiças...
Mulheres que sofrem diante de perdas inexplicáveis...
Mães amorosas...
Mulheres que se submetem a duras regras...
Mulheres que se perguntam qual será o seu destino...
Mulheres que têm escritos na face todos os dias de sua vida.
TODAS, mulheres especiais...
Todas, mulheres tão bonitas quanto qualquer Estrela,
porque lutam todos os dias para fazer do Mundo um lugar
melhor para se viver.
Bom Dilma a Todas as mulheres!!!

Abraços,
Josiane Lagasse

Delegados da CNB-Democracia e participação ao Encontro estadual, no dia 27 de março

Auta Fernandes Trindade
Benedito da Silva
Carolina Julia Pinto
Carlos Francisco da Silva
Clesio Atonio Brandão
Espartaco Ramaciotti
Francisco Celso Calmon
Geraldo Carlos do Carmo
Guilherme Narciso de Lacerda
Ivone Caralo
Joaquim Jose de Souza
Jorge Luiz Davel
Jose Carlos Alves Freitas
Jose Carlos Pigatti
Jose Geronimo Brumatti
Jose Luis Oliveira Silva
Jose Luis Pampanelli Aguiar
Linda Maria Morais
Lucia Maria Freire
Naor Atonio da Silva
Marcos Antonio Seibert
Mario Agapito
Paulo de Tarso Caralo
Paulo Fernando Coutinho
Perly Cipriano
Robson Santos Menezes
Waldir Toniato
Wanderso Pires

 

Suplentes

Arlete Soares da Silva
Gilson Jose Pimenta
Jose Luiz Bernaducci
Julio Cesar Mendel
Lilian Pigatti
Neuza Hastenreiter
Paulo Luiz Ribeiro
Romildo Luis Hoffmann
Wilton Pires Junior

A Gazeta – 05/03

cnb_depar Articulação. A nova tendência interna do PT no Estado CNB -Democracia e Participação é a única a ter integrantes que defendem mais de um palanque para a ministra Dilma Rousseff por aqui. O grupo define amanhã seus coordenadores e traça diretrizes.

Economia e vida

Guilherme Lacerda – A Gazeta 03/03/2010

Pela terceira vez, desde que foi criada no início dos anos 60, a Campanha da Fraternidade será ecumênica em 2010. O Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil traz à reflexão de todos o tema "Economia e Vida". A CF  propiciará uma ampla reflexão a partir da realidade concreta do país e das propostas e alternativas que serão apresentadas na campanha eleitoral deste ano.

Na prática, a teoria é outra e o povo, escaldado, deve desconfiar sempre dos belos discursos quando desacompanhados de propostas concretas e de como implementá-las. É preciso ouvir a todos, mas procurar saber quem fala, que interesses representa e de que lugar na pirâmide social fala cada um dos proponentes. No papel ninguém discorda de que a economia deve estar a serviço  do ser humano; que a justiça e a solidariedade devem imperar nas questões econômicas e que o país deve combater a miséria, propugnar pela inclusão social e lutar pela igualdade.

A realidade, infelizmente, é que os discursos aparentemente semelhantes trazem ações e resultados opostos. Para mudar a vida é preciso mudança de posturas. A pobreza não é uma questão de mera fatalidade. A pobreza, a miséria, a injustiça e a desigualdade são frutos de decisões políticas e econômicas tomadas por homens e mulheres quase sempre investidos de poderes conferidos pelo voto popular e/ou indicados por alguém eleito por este soberano voto.
Nos próximos meses dois projetos antagônicos em sua gênese e finalidade estarão em debate na sociedade brasileira, embora em algumas questões eles possam parecer semelhantes. O primeiro, o do presidente Lula, que promove um resgate do país com um projeto exitoso de crescimento econômico e distribuição de renda.  Fatores como o aumento real do salário mínimo, crescimento do emprego, aumento do crédito e políticas de transferência de renda fazem com que o Brasil - mantido neste caminho de melhoria dos indicadores sociais - possa erradicar a pobreza extrema em 2016.

Por outro lado, a oposição critica os gastos do Estado, defende cortes orçamentários, mas esconde da população se a tesoura vai atingir o aumento real do salário mínimo e das aposentadorias; omite se o torniquete adiará a realização de concursos públicos em todas as áreas de governo; não confessa se a economia será feita tirando dinheiro dos programas de inclusão social, como o bolsa família, que hoje beneficia milhões de brasileiros em todos os cantos do país.

O Brasil tem muitos desafios. Precisa gerar emprego e distribuir renda. Precisa expandir a economia, respeitando os pressupostos da sustentabilidade e da defesa do meio ambiente. Precisa aumentar o consumo e estimular a poupança. Precisa garantir o controle da economia e encorajar relações econômicas fraternas, estimulando uma economia familiar, solidária. Um outro mundo, certamente, só será possível com o somatório de esforços de políticos éticos e competentes com uma sociedade civil cada vez mais capacitada e organizada.

Nestes termos, é com especial prazer e atenção que vejo a Campanha da Fraternidade colocar a relevância do tema para ser debatido em todas as comunidades brasileiras. Se "não se pode servir a Deus e ao dinheiro" (Mt, 6;24), penso, o primeiro passo é fazer com que os gestores econômicos coloquem seu trabalho a serviço de um projeto que dignifique o ser humano. É o que, com modéstia e firmeza cada um de nós precisa exercitar cotidianamente.

Guilherme Lacerda é economista e presidente da Funcef.

História do PT capixaba

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Casa Civil: Folha de S.Paulo maquia e manipula dados do PAC

FOLHA DE S. PAULO MAQUIA DADOS SOBRE O PAC

1. São infundadas e inaceitáveis as acusações do jornal Folha de S. Paulo (02.03.2010) a respeito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Se existe "maquiagem" ou tentativa de "esconder" informações em relação ao PAC, ela está na reportagem do jornal, e não nos balanços periódicos do Programa.

2. A Casa Civil da Presidência da República reitera que não há hipótese de manipulação das informações dos nove relatórios do PAC. Os balanços são transparentes e sempre foram amplamente divulgados e exaustivamente analisados pela imprensa. Tanto é assim que, a partir deles, a própria Folha pode fazer sua pesquisa e sua pauta para a elaboração da reportagem. Além disto, os dados estão disponíveis a qualquer interessado na internet

3. Todas as alterações de cronogramas das ações do PAC estão registradas nos balanços, como, aliás, admite a própria Folha ao longo do texto: "(...) em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes (...) descobre-se que muitas das obras (...) passaram por uma revisão de metas e tiveram seu prazo de conclusão dilatado..."

4. Os balanços do PAC sempre fizeram referência às ações desenvolvidas dentro do Programa, classificando seu andamento como "adequado", "atenção" ou "preocupante" de acordo com os riscos apresentados à execução de cada uma.

5. Mesmo alertada sobre esse critério objetivo, a Folha optou pelo caminho da manipulação ao selecionar uma amostra parcial de 75 ações do primeiro balanço (de um total de 1.646) para concluir, de maneira premeditada, que 75% das ações do PAC estão atrasadas. A Folha erra ao tomar o resultado de uma amostra e aplicar o percentual sobre o total de ações.

6. O fato é que das 2.471 ações monitoradas, metade foi concluída, 44% estão com ritmo adequado de execução, 5% em atenção e 1% em situação preocupante. Se metade foi concluída, como poderia haver 75% atrasadas?

7. A verdade é que, em valor, 40,3% das ações foram concluídas, representando investimentos de R$ 256,9 bilhões. Somados às ações em andamento, os investimentos do PAC, de 2007 a 2009, totalizaram R$ 403,8 bilhões - 63,3% da meta até o final de 2010.
8. Já o desmembramento de algumas ações (que o jornal chama de "fatiamento") deve-se a sua complexidade e visa a aprimorar seu monitoramento. É o caso, por exemplo, da duplicação da BR 101 Nordeste, obra de mais de 1.000 Km de extensão, atravessando seis estados, e com diferentes estágios de execução.

Assessoria de imprensa da Casa Civil
Terça-feira, 2 de março de 2010